22 de novembro de 2012


AUMENTO DE PESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL PRINCIPALMENTE, PODE AFETAR O TÓRAX E O DIAFRAGMA, DETERMINANDO ALTERAÇÕES NA FUNÇÃO RESPIRATÓRIA MESMO QUANDO OS PULMÕES ESTÃO NORMAIS,

DEVIDO AO AUMENTO DO ESFORÇO RESPIRATÓRIO E COMPROMETIMENTO DO SISTEMA DE TRANSPORTE DOS GASES. MAS TAMBÉM O FATO OCORRE E MAIS FREQUENTE, POR OCASIÃO DE ACUMULO DE GORDURA VISCERAL OU INTRA-ABDOMINAL


A obesidade pode afetar o tórax e o diafragma, determinando alterações na função respiratória mesmo quando os pulmões estão normais, devido ao aumento do esforço respiratório e comprometimento do sistema de transporte dos gases. A obesidade, assim como a obesidade intra-abdominal ou intra visceral, pode determinar também a hipertonia dos músculos do abdome e assim comprometer a função respiratória dependente da ação diafragmática, musculo importante para a função respiratória e um dos divisores da áreas cardio respiratória e abdominal. Estudos realizados em indivíduos obesos sem outras enfermidades sugeriram que a complacência pulmonar e da parede do tórax estavam diminuídas devido à deposição de tecido adiposo no tórax e abdome, o que determina consequente aumento da retração elástica e redução da distensibilidade das estruturas extrapulmonares. A obesidade pode ser classificada utilizando-se o índice de massa corporal (IMC), obtido pela equação peso/estatura²
Foram considerados os intervalos de 30 a 34,9, 35 a 39,9 e > 40kg/m2 como obesidade grau I, II e III, respectivamente. Está bem estabelecido que a obesidade grau III pode alterar os valores espirométricos (aparelho com o objetivo de avaliação da função respiratória), devido ao comprometimento da dinâmica diafragmática e também da musculatura da parede torácica. Entretanto, em indivíduos com obesidade graus I e II essas alterações são muito variáveis, e necessitam de avaliação específica. O objetivo desta avaliação foi o de determinar os efeitos da obesidade grau I e II na função pulmonar. As faixas etárias e estaturas dos indivíduos avaliados não apresentaram diferenças significativas nos diferentes grupos avaliados, o que caracteriza as amostras como homogêneas. Os pesos, IMC, e circunferências abdominais apresentaram diferenças significativas quando comparados os grupos de obesos e de não obeso. A obesidade e a gravidez são causas comuns de CVF ( capacidade respiratória vital forçada) reduzida, porque podem interferir na movimentação do diafragma e na excursão da parede torácica .  
Homens obesos saudáveis e, embora neste grupo a faixa etária tenha sido maior e o IMC (índice de massa corporal) discretamente menor, os valores espirométricos encontrados foram semelhantes aos do presente estudo. Embora as anormalidades na função pulmonar, associadas à obesidade, tenham sido descritas há mais de 40 anos, a magnitude dessas alterações apresenta grande variação e pode não haver necessariamente associação com o peso corpóreo e o índice de massa corporal. As alterações na função respiratória mais frequentemente encontradas na obesidade são de dois tipos: alterações proporcionais à obesidade (redução do VRE(volume de reserva expiratória) e aumento da capacidade de difusão) e alterações exclusivas da obesidade grau III (redução da capacidade vital e da capacidade pulmonar total). A redução do VRE e da capacidade residual funcional na obesidade são devidas a alterações na mecânica da parede do tórax, diminuição da complacência respiratória total, diminuição da frequência de fluxo e do volume pulmonar, e redução do volume residual e de sua relação com a capacidade pulmonar total. No entanto, essa redução não é uniforme entre indivíduos com IMC (índice de massa corporal) semelhantes, isto porque cada ser humano é único, suas condições genéticas, meio ambientes e hábitos também o são.
                                                                                                      
AUTORES PROSPECTIVOS                                                                                                                                                       Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologista - Neuroendocrinologista
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Dra Henriqueta V.Caio
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Como Saber Mais:
1.Quando se fizer uma triagem de homens com Síndrome Metabólica (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral – excesso de gordura intra-abdominal) deve-se levar em consideração se apresenta problemas respiratórios...
http://gorduravisceral.blogspot.com/
2. A obesidade relevante, hipertensão arterial, pode ter como causas mulheres com gravidez em curso....

3. É a quantidade de gordura intra abdominal armazenada, que é mais perigosa...

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Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Dra.Henriqueta Verlangieri Caio –Van Der Häägen Brazil – São Paulo – Brasil. 2011, Naimark A, Cherniak RM. Compliance of the respiratory system and its components health and obesity. J Appl Physiol. 1960;15:377-82, Caro CG, Butler J, Dubois AB. Some effects of restriction of chest cage expansion on pulmonary function in man. An experimental study. J Clin Invest. 1960;39:573-83, Lourenço RV. Diaphragm activity in obesity. J Clin Invest. 1969;48:1609-14, Kollias J, Boileau RA, Barlett HL, Buskirk ER. Pulmonary function and physical conditioning in lean and obese subjects. Arch Environ Health. 1972;25:146-50, Vaughan RW, Cork RC, Hollander D. The effect of massive weight loss on arterial oxygenation and pulmonary function tests. Anesthesiology. 1981;54:325-8, Whipp BJ, Wasserman K. Exercise. In: Murray JF, Nadel JA, editors. Textbook of respiratory medicine. 2nd ed. Philadelphia: W.B. Saunders; 1996. p., Gilroy RJ, Mangura BT, Lavietes MH. Rib cage and abdominal volume displacements during breathing in pregnancy. Am Rev Respir Dis. 1988;137:668-72, Sharp JT, Henry JP, Sweany SK, Meadowos WR, Pietras RJ. The total work of breathing in normal and obese men. J Clin Invest. 1964;43:728-39, Laurier D, Guiguet M, Chau NP, Wells JA, Valleron AJ. Prevalence of obesity: a comparative survey in France, the United Kingdom and the United States. Int J Obes Relat Metab Disord. 1992;16:565-72, Crapo RO, Morris AH, Clayton PD, Nixon CR. Lung volumes in healthy nonsmoking adults. Bull Eur Physiopathol Respir. 1982;18:419-25.David Douglas, 3 DECEMBER 2009 – REUTERS HEALTH -NEW YORK JOURNAL OF CLINICAL ENDOCRINOLOGY & METABOLISM – NOVEMBER 2009, Senior Investigator Dr. Andrea Dunaif of Northwestern University, Chicago and Colleagues.

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25 de maio de 2012

CONSUMO DE CHÁ VERDE AJUDA A REDUZIR A GORDURA CORPORAL, ABDOMINAL E PESO CORPORAL OBESIDADE INTRA-ABDOMINAL. ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA – CLINICA

Hoje a OMS, considera que a obesidade, obesidade abdominal, já se tornou uma pandemia sem  diferenciar países pobres dos países ricos, isto porque a alimentação mais acessível a população sob o aspecto financeiro, são derivados mais baratos dos hidratos de carbono, e que em geral favorece o sabor, levando os humanos a aumentarem de peso. Como um grave problema de saúde pública, a cada ano, várias pesquisas a cerca de alimentos para a prevenção e tratamento da obesidade e suas doenças graves associadas,  são realizadas. Alguns estudos estão sendo realizados sobre o “chá verde” bebida originária da China, obtido através das folhas Camellia Sinensis, considerado um alimento funcional por possuir grande quantidade de flavonoides, (Um dos benefícios do consumo de frutas e outros vegetais é geralmente atribuído aos flavonoides, uma vez que a esta classe de substâncias são atribuídos diversos efeitos biológicos que incluem, entre outros: ação anti-inflamatória, hormonal, anti-hemorrágica, anti-alérgica e anti-câncer, termogênicos – queima gordura), ou um composto ativo, chamado catequina (subproduto). Vamos abrir um parêntese aqui para entendermos um pouco sobre os alimentos funcionais: “alimento funcional é todo alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumidos como parte da alimentação normal, produza efeitos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem prescrição médica”, atribuído pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Essas substâncias são os compostos ativos, eles têm funções biológicas distintas que auxiliam na manutenção da saúde. As catequinas, compostos ativos, apresentam ações benéficas na gordura corporal através da estimulação prolongada do sistema nervoso simpático e da inibição da enzima catecol-o-metil-transferase (enzima metabolizadora de neurotransmissores), aumentando o gasto energético. Estudos randomizados (tipo de estudo experimental desenvolvido em humanos de forma aleatória) foram realizados, submetendo grupos de seres humanos ao consumo de chá verde ou extrato de chá verde (essa contém maiores quantidades de catequinas, o que já vimos é útil como substâncias termogênicas) observou-se a diminuição da gordura abdominal, consequentemente a redução da circunferência da cintura e peso corporal, além de diminuir os níveis do LDL colesterol. 
Os principais meios de ação para redução do peso corporal e gordura corporal seriam o aumento da oxidação lipídica, aumento do gasto energético (termogênicas), morte celular de adipócitos maduros e diminuição da absorção lipídica. Diante disto o chá verde é considerado eficaz no auxilio ao emagrecimento e prevenção da obesidade e suas comorbidades, como dislipidemia, doenças cardiovasculares e diabetes associado ao uma dieta equilibrada.





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Como Saber Mais: 
1. O consumo frequente de refrigerantes diet pode desenvolver futuramente o diabetes...
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2. A circunferência abdominal avalia a gordura abdominal...

3. A ingestão de aspartame (substância encontrada nos refrigerantes diet) poderia contribuir diretamente para o aumento de glicose no sangue...

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Referências Bibliográficas:
FOWLER, S. P. MPH da University of Texas Health Science Center em San Antonio. Even Diet Soda Induces Weight Gain in the Elderly. American Diabetes Association (ADA) 71 Sessões Científicas, 2008;. 16:1894-1900.

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17 de janeiro de 2012

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA – NUTRIÇÃO: A HIPERTENSÃO ARTERIAL É UM FATOR DE RISCO IMPORTANTE E INDEPENDENTE PARA DOENÇA CARDIOVASCULAR, ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) E DOENÇA RENAL, PRINCIPALMENTE EM CRIANÇAS E ADOCESCENTES.

Cada vez mais estamos ouvindo as pessoas comentarem que tem pressão alta ou hipertensão arterial. É uma doença crônica que apresenta maior prevalência no mundo. É uma síndrome caracterizada pela presença de níveis tensionais elevados associados a alterações metabólicas, hormonais e a fenômenos tróficos (hipertrofia cardíaca e vascular). A coronariopatia isquêmica e o AVC são responsáveis por cerca de um terço da mortalidade na população brasileira, e é também causa importante de absenteísmo ao trabalho e de aposentadorias precoces. A hipertensão arterial é, então, um problema de saúde pública em todo o mundo. Apenas nos últimos 25 anos o problema da hipertensão arterial recebeu a devida atenção do pediatra. A incorporação dessa medida como parte do exame físico da criança, bem como a publicação de normas para a sua avaliação na infância, possibilitou a detecção não somente da hipertensão arterial secundária assintomática previamente não detectada, mas também das elevações discretas da pressão arterial. Hoje sabemos que a hipertensão arterial detectada em algumas crianças pode ser secundária, por exemplo, às doenças renais, mas pode também, em outros casos, representar o início precoce da hipertensão arterial essencial observada nos adultos. Estudos epidemiológicos de hipertensão arterial na infância tem sido fonte importante de subsídios, fornecendo indícios consistentes de que a hipertensão arterial sistêmica do adulto começa na infância.  Criança com níveis de pressão arterial mais elevado têm em comum uma correlação forte entre hipertensão arterial e relação peso/altura elevada, isto é, esta hipertensão arterial está associada a sobrepeso e obesidade. A pressão arterial de um indivíduo é determinada pela interação entre fatores genéticos e ambientais. A teoria predominante sobre a genética na hipertensão arterial é que essa resultaria de uma ou mais anormalidades dentro de um conjunto complexo de sistemas, como o transporte de eletrólitos, os mecanismos de controle simpático e endócrino, cada qual com alterações genéticas em potencial. A ocorrência de alteração em algum desses genes, ou uma combinação de alterações, resultaria na manifestação clínica de hipertensão arterial. Contribuindo para essa hipótese, observa-se que a expressão da hipertensão arterial na população, como numa doença poligênica, não se encontra distribuída de forma presente ou ausente, mas de forma contínua, sem limites nítidos entre o normal e o anormal. Os fatores hereditários contribuem em pelo menos 20 a 50 % da variação da pressão arterial em humanos. 
O tratamento não medicamentoso tem como principal objetivo diminuir a morbidade e a mortalidade cardiovasculares, por meio de modificações do estilo de vida, que favoreçam a redução da pressão arterial. Está indicado a todos os hipertensos e aos indivíduos mesmo que normotensos, mas de alto risco cardiovascular. Dentre essas modificações, as que comprovadamente reduzem a pressão arterial é a prevenção da obesidade, a redução da ingestão do sal e do consumo de bebidas alcoólicas, a prática de exercícios físicos com regularidade, e a não utilização de drogas que elevam a pressão arterial. Esta modificação no estilo de vida é de grande importância para o controle e prevenção da hipertensão arterial, tanto em crianças quanto em adultos.

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Como Saber Mais:
1. A atividade física pode colaborar na diminuição das doenças crônicas não transmissíveis?

2. A obesidade é uma doença crônica, com enorme prevalência nos países desenvolvidos, atingindo homens e mulheres...

3. A hipertensão arterial é uma doença crônica que apresenta maior prevalência no mundo...

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Referências Bibliográficas:
Cláudia Maria Salgado, João Tomás de Abreu Carvalhaes; Hipertensão arterial na infância. Jornal de Pediatria; Vol.79, Supl.1, 2003. Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Hrenriqueta Verlangiere Caio, Endocrinologista, medicina interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo,Brasil. 2011,

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OBESIDADE INFANTIL: UMA EPIDEMIA MUNDIAL – ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A OBESIDADE INFANTIL JÁ É VISTA COMO UMA EPIDEMIA NOS PAÍSES DESENVOLVIDOS, PRINCIPALMENTE DURANTE AS 2 ÚLTIMAS DÉCADAS

Nos últimos 20 anos, a prevalência de obesidade em crianças tem aumentado acentuadamente nos países desenvolvidos. No primeiro relatório sobre problemas de saúde da criança foram encontrados dados que embora a maioria das crianças apresentasse peso normal, 18,6% das crianças estão com sobrepeso e 8,9% com obesidade e as somatórias destes dados mostram que 27,6% das crianças estão acima do seu peso ideal. O relatório afirma ainda que no ano de 2010 na Europa cerca de 15 milhões de crianças e adolescentes serão obesos, sendo um dos desafios mais importantes para este século. Comparado com outros países europeus, a Espanha está em uma posição intermediária na porcentagem de adultos obesos. No entanto, em relação à população infantil, a Espanha tem uma das taxas mais elevadas de obesos, de acordo com a tendência de outros países com problemas históricos de obesidade e sobrepeso como os EUA e o Reino Unido. Estes dados mostram que a prevalência da obesidade atinge níveis alarmantes em crianças, principalmente nas últimas 2 décadas, fato que está associado a obesidade como uma " epidemia ", um fenômeno que se tornou conhecido como fenômeno globesidade. Aqui o objetivo é mostrar as causas da obesidade infantil e incentivar as atitudes que podemos tomar para deter esta tendência de crescimento da obesidade infantil através de uma série de recomendações para programar os agentes identificados com a finalidade de prevenir esta doença, cada vez mais presente nas sociedades dos países desenvolvidos. 
Segundo a OMS: O que é obesidade? Quais as causas e as conseqüências. A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo excesso de gordura no corpo e ocorre quando o índice de massa corporal (IMC) em adultos é maior do que 30 kg / m². Enquanto uma criança é considerada obesa quando seu peso for superior a 20% do seu peso ideal. Outras fontes definem a obesidade como uma doença crônica, complexa e multifatorial, que geralmente começa na infância e adolescência e vem de interações genéticas e ambientais, sendo mais devido à parte ambiental ou comportamental importante, que é definida por um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto energético. É caracterizada por um acúmulo excessivo de gordura corporal e se manifesta por excesso de peso e volume. Segundo especialistas, mudanças dietéticas e novas formas de estilo de vida sedentária são as principais causas do aumento precipitado de obesidade em crianças, embora não as únicas causas. 
Entre outros fatores envolvidos na obesidade infantil estão os fatores hereditários, hormonais, fatores psicossociais e ambientais. Essas mudanças comportamentais que envolvem um maior número de crianças com obesidade infantil é devido em parte à mudanças demográficas e culturais em nossa sociedade: número de horas de trabalho dos pais, aumentando o número de famílias que não se reúnem às refeições, alterando o comportamento alimentar e a atividade física. Essas mudanças culturais muitas vezes envolvem alguns hábitos ruins saúde que predispõem ao desenvolvimento de obesidade em uma idade adiantada. A obesidade infantil tem um grande impacto na qualidade de vida quando adulto. Apesar de em curto prazo a obesidade infantil não estar associada a taxas de alta mortalidade, está de fato associada a um risco de problemas de saúde na vida adulta, e é um poderoso preditor de obesidade em adultos. A obesidade é uma doença que é considerada um fator de risco para a doença tais como diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão, acidente vascular cerebral, problemas ortopédicos e alguns cânceres. 


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1. Nos últimos 20 anos, a prevalência de obesidade em crianças tem aumentado acentuadamente nos países desenvolvidos...
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2. É caracterizada por um acúmulo excessivo de gordura corporal e se manifesta por excesso de peso e volume...
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3. A obesidade é uma doença que é considerada um fator de risco para a doença tais como diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão, acidente vascular cerebral, problemas ortopédicos e alguns cânceres...
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Prospectivas Bibliográficas:
Prof. Dr.João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna-Van DerHäägen Brazil – São Paulo –Brasil, Son los padres responsables de la obesidad infantil?, 2007. Madrid: mujerhoy.com. Disponible em mujer hoy/padres,responsables,obesidad,infantil,26079,02,2007. Calderón C, Forns M y Varea V, 2009. Obesidad infantil: ansiedad y síntomas cognitivos y conductuales propios de los trastornos de alimentación. Barcelona: Facultad de Psicología – Universidad de Barcelona y Unidad de Gasterontología, Hepatología y nutrición – Hospital Sant Joan de Déu, Barcelona. Amigo Vázquez I, Busto Zapico R y Fernández Rodríguez C, 2007. La obesidad infantil como resultado de un estilo de vida obesogénico. Oviedo: Facultad de Psicología, Universidad de Oviedo. Disponible em La-obesidad-infantil-como-resultado-deun-estilo-de Serra Majem L, Ribas Barba L, Aranceta Bartrina J, Pérez Rodrigo C, Saavedra Santana P y Peña Quintana L, 2003. Obesidad infantil y juvenil en España. Resultados del Estudio enKid (1998-2000). Barcelona: Centre de Recerca en Nutrició Comunitària. Parc Científic de la Universitat de Barcelona. Disponible em Estudio_EN KID(Med_Clin_2003). Ambrojo JC, 2009. La obesidad avanza entre los niños de tres a cinco años. Barcelona: El País. Disponible em Programa Thao, 2008. La obesidad infantil hoy. Barcelona: Programa Taho. La voz de Galicia, 2009. El 20% de los niños españoles padece obesidad por malos hábitos. Galicia: La voz de Galicia. Ministerio de Sanidad y Política Social, 2009. Programa piloto escolar de referencia para la salud y el ejercicio contra la obesidad – Programa PERSEO - Primera evaluación del programa. Madrid: Ministerio de Sanidad y Política Social.

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16 de janeiro de 2012

SCIENCE MAGAZINE: OS PERIGOS OCULTOS DA OBESIDADE E SUAS CONSEQUÊNCIAS DEVEMOS NOS PREVENIR E LEVAR COM SERIEDADE UM PROBLEMA QUE DE ACORDO COM A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, JÁ É UMA SÉRIA EPIDEMIA.

SERÁ QUE VIVEREMOS MAIS QUE NOSSOS FILHOS OBESOS, ONDE UMA AVALANCHE DE DOENÇAS SILENCIOSAS E CRONICAS ENCURTARÃO SUAS VIDAS PURA E SIMPLESMENTE POR FATORES EXTERNOS, HÁBITOS, E ESTILO DE VIDA !!! É comum termos o conhecimento de que a obesidade leva às pessoas ao risco de doenças cardiovasculares, diabetes mellitus e acidentes vasculares cerebrais, mas o excesso de peso (definido como um aumento de pelo menos 20% do peso corporal considerado normal) pode danificar a saúde de um modo que pode surpreender. Estimativas mostram que os Estados Unidos terão mais 65 milhões de obesos em 2030, em relação aos obesos de hoje em dia. Este fato leva a 6 milhões ou mais de casos de doenças cardiovasculares, derrame e outros oito milhões de casos de diabetes mellitus tipo 2. Muitos médicos já começaram a ver famílias em que os avôs são mais saudáveis e vivem por mais tempo do que seus filhos e netos. A epidemia de obesidade aumenta os custos com a saúde pública. As pesquisas já confirmaram que o excesso de peso pode influenciar o bem estar mental (exacerbando tanto a depressão, quanto a doença de Alzheimer), a saúde reprodutiva, a vida sexual e a qualidade de vida – especialmente à medida que envelhecemos. Cientistas acreditam que 25% de vários tipos de câncer – incluindo câncer de cólon, rim e esôfago – são desencadeados pelo aumento da obesidade e da inatividade física. Uma das consequências da obesidade é a formação de gordura visceral, a qual circunda os órgãos internamente e é mais prejudicial à saúde do que a gordura subcutânea, a qual fica abaixo da pele. Por exemplo, a gordura visceral que fica próxima aos pulmões pode limitar a respiração por pressionar o diafragma. Em 2005, um estudo com 450 indivíduos mostrou que adultos obesos são 2,5 vezes mais propensos a apresentar azia/má digestão do que aqueles de peso normal. Uma das hipóteses é que a gordura visceral empurra o estômago em direção ao tórax, causando esta sensação. O excesso de gordura sobrecarrega os joelhos, causando dor na articulação. Estudos sugeriram que a obesidade pode ser uma importante causa de depressão, possivelmente por uma combinação de fatores fisiológicos e estigmas sociais. Substâncias químicas inflamatórias liberadas pelas células de gordura podem danificar raízes nervosas no pênis e atacar vasos sanguíneos no clitóris dificultando o orgasmo. Fonte: Science, edição de janeiro de 2012/16 jan. 2012.
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1.A obesidade definida como a acumulação excessiva de gordura corporal deriva de um desequilíbrio crônico entre a energia ingerida e a energia gasta...
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2.
Neste desequilíbrio podem estar implicados diversos fatores relacionados com o estilo de vida (dieta e exercício físico), alterações neuroendócrinas, juntamente com um componente hereditário...
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3.
Nossa espécie possui diversas característica genéticas para a maioria das doenças importantes, principalmente as características metabólicas individuais...
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Prof. Dr.João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna-Van DerHäägen Brazil – São Paulo –Brasil,Peter Libby, MD, Chefe de Medicina Cardiovascular na Harvard Medical School – Boston – Massachusetts - USAJean-Pierre Després, PhD, FAHA, da Universidade Laval – Quebec - Canadá. L. Zheng, Z.Zhang, Z.Sun, J.Li, X.Zhang, C.Xu, D.Hu and Y.Sun Department of Cardiology, Shengjing Hospital of China Medical University, Shenyang, People's Republic of China Department of General Surgery, Digestive Medical Center, First Affiliated Hospital of Tsinghua University, Beijing, People's Republic of China Heart, Lung and Blood Vessel Center, Tongji University, Shanghai, People's Republic of China Department of Cardiology, First Affiliated Hospital of China Medical University, Shenyang, People's Republic of China.

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http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17